Frevo OSAcompanhar no GitHub
Em construção · primeira versão testável prevista para janeiro de 2027

Um Linux com
sotaque pernambucano.

O Frevo OS é uma distribuição Linux feita do zero no Recife: base Arch, uma interface própria — nem KDE, nem GNOME — escrita em React, e português do jeito que a gente fala. Ainda não dá pra baixar. Dá pra acompanhar.

frevo@frevo:~$ frevo
Frevo OS 26.02 (Marco Zero) Base ........ Arch Linux, rolling no passo Kernel ...... 7.1.8-arch1-3 Pacotes ..... 705 (passo) Uptime ...... 3min sem parar de dançar
Oxe, tá tudo massa!

Arch por baixo

rolling release, pacman de verdade — com o apelido de “passo”

Interface própria

compositor em Rust e um desktop inteiro escrito em React

100% PT-BR

“Oxe, chegou!” no instalador; o comando do Arch no subtítulo

Isso aqui já roda.

Tudo o que aparece neste site é captura de tela do sistema de verdade, rodando numa máquina virtual — nenhuma imagem é desenho. Boot com splash, login, área de trabalho, terminal, loja, ajustes e um instalador em cinco passos que faz dual boot com o Windows e disco criptografado.

Tela de login do Frevo OS: relógio, avatar circular com anel colorido e o campo de senha sobre um fundo escuro com luzes suaves.
A entrada. O anel do avatar leva as cores da sombrinha.
Área de trabalho do Frevo OS com o menu Início aberto, mostrando os apps fixados: Instalar, Feira, Configurações, Monitor, Notas, Gravador, Terminal…
O menu Início. Vidro escuro, ancorado no botão da sombrinha.
Passo 2 do instalador, Tesoura: a pergunta “Onde o Frevo vai dançar?” com a barra de divisão do disco entre Windows e Frevo OS.
O instalador. Passo 2, “Tesoura”: onde o Frevo vai dançar?
Todas as telas →

Nem KDE, nem GNOME.

A maioria das distribuições Linux escolhe um ambiente de desktop pronto e o personaliza. O Frevo faz diferente: o compositor gráfico é nosso, escrito em Rust, e todo o desktop — painel, menu, tela de login, ajustes, loja, instalador — é feito em React, com uma biblioteca de componentes própria. É a mesma tecnologia das páginas web, mas rodando como sistema: um motor só, compartilhado, e cada app pesando poucos KB. Você vai descobrir por que isso importa (e o que deu errado no caminho — até o ponteiro do mouse clicava no lugar errado).

Por dentro do Frevo →

Por que “Frevo”?

Porque o nome tem que fazer sentido para quem nunca ouviu falar em Linux. O frevo é a música e a dança que fervem o carnaval do Recife e de Olinda há mais de um século; o símbolo do sistema é a sombrinha vista de cima, e os cinco passos do instalador têm nome de passo de frevo: dobradiça, tesoura, parafuso, locomotiva e ferrolho. Também contamos de onde veio a ideia — de um adolescente que instalava todo Linux que vinha no CD da revista.

A história do nome →

Por que mais um Linux?

Porque um computador não precisa vir com um sistema que você não escolheu. Linux é livre, roda em máquina velha, não pede licença e é feito por gente que mostra o código. O Frevo existe para que isso seja bonito e fale a nossa língua — pra escola, pro órgão público e pra tu. Se ao final deste site você instalar qualquer Linux, já valeu.